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Os beija-flores geram impulso principalmente através do bater rápido de suas asas. Aqui estão os principais fatores que contribuem para a geração de impulso em beija-flores:
1. Formato da asa: Os beija-flores têm estruturas de asas únicas, adaptadas para um vôo eficiente. Suas asas são longas e estreitas, com uma alta proporção, o que lhes permite gerar sustentação de forma eficaz. As asas também possuem uma ligeira curvatura, o que ajuda a criar um vórtice que aumenta a sustentação.
2. Agitação rápida de asas: Os beija-flores batem as asas com uma rapidez incrível, atingindo frequências de até 80 batidas por segundo ou até mais. Esse bater rápido gera uma quantidade significativa de força que impulsiona o pássaro para frente.
3. Movimento assimétrico da asa: Os beija-flores exibem um movimento assimétrico das asas durante o vôo. O movimento descendente, que é o movimento descendente das asas, é mais poderoso e mais longo do que o movimento ascendente. Esta assimetria cria um desequilíbrio nas forças de sustentação geradas pelas asas e resulta em empuxo.
4. Força muscular: Os beija-flores têm músculos de vôo excepcionalmente fortes, principalmente os músculos peitorais maiores, responsáveis pelo bater das asas. Esses músculos podem contrair e relaxar rapidamente, permitindo que a ave gere a força necessária para voar.
5. Eficiência Aerodinâmica: Os beija-flores têm corpos aerodinâmicos e penas que minimizam o arrasto, o que ajuda a conservar energia durante o vôo. A sua capacidade de pairar e realizar manobras aéreas complexas demonstra as suas notáveis capacidades aerodinâmicas.
A combinação de formato de asa, batimento rápido, movimento assimétrico da asa, força muscular e eficiência aerodinâmica permite que os beija-flores gerem impulso e alcancem seu vôo característico, rápido, ágil e flutuante.