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Embora os pinguins não possam voar, há várias razões pelas quais os cientistas os consideram como pássaros:
penas: Os pinguins são cobertos de penas, assim como outros pássaros. Embora suas penas sejam modificadas para serem curtas, densas e resistentes à água para nadar, elas ainda possuem a estrutura e componentes básicos das penas aviárias.
bicos: Os pinguins têm bicos, que são bocas especializadas comuns em pássaros. Seus bicos variam em forma, dependendo das espécies, mas servem a funções como pegar e reter presas, preencher e regulamentar a temperatura corporal.
asas: Os pinguins têm asas, embora sejam modificados em nadadeiras para nadar em vez de voar. A estrutura esquelética de suas asas é homóloga à de outros pássaros, com ossos como o úmero, a ulna e o raio.
ovos: Os pinguins depositam ovos dura, assim como outros pássaros. Eles incubam seus ovos para manter o calor, e os filhotes eclodem desses ovos após um período de desenvolvimento.
Respiração: Os pinguins têm um sistema respiratório com sacos de ar, semelhantes a outros pássaros. Os sacos aéreos ajudam em respiração eficiente e captação de oxigênio durante o mergulho e a natação.
Estrutura esquelética: Os pinguins possuem a estrutura esquelética básica característica dos pássaros, incluindo a presença de uma estrutura óssea leve e forte.
semelhanças genéticas: A análise genética e de DNA revela relações estreitas entre pinguins e outras espécies de aves, apoiando sua classificação como aves de uma perspectiva evolutiva.
Classificação histórica: Os pinguins foram historicamente classificados como aves com base em suas características físicas, comportamento e características anatômicas. Essa classificação persistiu devido à consistência de evidências que apoiam sua natureza aviária.
Embora os pinguins sejam únicos e sem voos, eles compartilham muitas características fundamentais com outros pássaros, e é por isso que são classificados como um tipo de pássaro na comunidade científica.