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Este é um mito. Não há evidências de que os gatos intencionalmente sufocam bebês por ciúmes.
Eis por que isso é um equívoco prejudicial:
* gatos são instintivos: Os gatos são impulsionados principalmente pelo instinto, não com ciúmes. Eles podem estar curiosos sobre os bebês e investigá -los, mas não entendem emoções humanas como o ciúme.
* Os bebês estão seguros em berços: Os bebês recém -nascidos geralmente são mantidos em berços ou berros, que são espaços seguros que os gatos não conseguem acessar facilmente.
* gatos e bebês podem coexistir pacificamente: Com supervisão e introdução adequadas, gatos e bebês podem viver juntos com segurança.
Aqui está o que pode realmente acontecer:
* dano acidental: Um gato pode acidentalmente pisar em um bebê ou arranhá -lo devido a jogo difícil. É por isso que é crucial nunca deixar um bebê em paz com um gato, especialmente sem supervisão.
* super-empregada: Os gatos podem cuidar de um bebê enquanto preparavam outro gato, lambendo e mordendo. Embora isso possa parecer prejudicial, geralmente é inofensivo, a menos que o bebê seja alérgico à saliva de gatos.
* Territorialidade: Os gatos podem ser protetores de seu espaço e se sentem ameaçados por um novo bebê na casa. Eles podem exibir isso através de sibilos, arranhões ou escondidos.
A melhor maneira de garantir a segurança é:
* Apresente o gato ao bebê lentamente: Deixe -os farejar um ao outro através de cobertores e aumentar gradualmente a interação.
* Crie espaços seguros para ambos: Forneça ao gato um poleiro alto, onde eles podem observar o bebê sem se sentir ameaçado.
* Supervisionar interações: Nunca deixe um bebê em paz com um gato, mesmo que você ache que eles se dão bem.
Lembre-se de que os gatos são companheiros amorosos e podem coexistir pacificamente com bebês com cuidados e supervisão adequados.