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1. Risco puro
Um risco segurável deve ser um risco puro, o que significa que há um potencial de perda financeira, mas não há potencial para ganho. Por exemplo, o risco de um incêndio em casa é um risco puro, porque o proprietário só pode perder dinheiro em caso de incêndio. O jogo, por outro lado, não é um risco segurável, porque há um potencial de ganho e perda.
2. Perda definitiva
A perda de um risco segurado deve ser definitivo, o que significa que isso vai acontecer em algum momento. Por exemplo, o risco de morte é uma perda definitiva, porque todos acabarão morrendo. O risco de um acidente de carro também é uma perda definitiva, embora a probabilidade de um acidente não seja certa.
3. Grande número de exposições
O risco deve ser compartilhado entre um grande número de pessoas para que a companhia de seguros possa espalhar o risco e evitar pagar muito dinheiro em reivindicações. Por exemplo, o risco de um incêndio em casa é compartilhado entre todos os proprietários, para que a companhia de seguros possa cobrar de cada proprietário um prêmio relativamente pequeno.
4. Perda acidental
A perda de um risco segurado deve ser acidental, o que significa que não é intencional ou causado pela pessoa segurada. Por exemplo, o risco de um incêndio em casa é acidental porque o proprietário não atende intencionalmente fogo em sua casa. O risco de roubo também é acidental, embora o ladrão possa ser intencional em suas ações.
5. Perda calculável
A perda de um risco segurado deve ser calculável, o que significa que pode ser estimado com precisão razoável. Por exemplo, o risco de um incêndio em casa pode ser calculado considerando a idade da casa, os materiais de construção utilizados e a história dos incêndios na área. O risco de roubo também pode ser calculado, embora seja mais difícil estimar o valor da propriedade roubada.