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Os conquistadores, liderados por Hernán Cortés, usaram uma variedade de raças de cães durante a conquista do Império Astet no início do século XVI. Esses cães desempenharam um papel crucial na vitória espanhola e foram fundamentais para derrotar os astecas.
A raça primária usada pelos conquistadores foi o mastim espanhol, também conhecido como Alano Español. Esses cães eram grandes e poderosos, com mandíbulas fortes e uma construção robusta. Eles eram conhecidos por sua coragem e ferocidade na batalha e eram frequentemente usados como cães de ataque contra os astecas.
Outra raça usada foi o Greyhound, ou Galgo Español. Esses cães eram conhecidos por sua velocidade e agilidade e eram frequentemente usados para perseguir as astecas fugindo. Eles também foram usados para transportar mensagens e como batedores.
O Bloodhound, ou Perro de Sangre, era outra raça importante usada pelos conquistadores. O Bloodhounds era conhecido por suas habilidades excepcionais de rastreamento e foram usados para rastrear astecas escapadas e localizar fortalezas astecas ocultas.
Além dessas principais raças, os conquistadores também usaram outras raças de cães, incluindo o cão de água português, o ponteiro espanhol e vários tipos de cães de caça. Esses cães forneceram apoio e assistência adicionais aos conquistadores durante a conquista.
É importante observar que o uso de cães na guerra era uma prática comum entre muitas civilizações na época, e os conquistadores não eram exceção. Os cães que eles usaram eram essenciais em sua conquista do Império Asteca e contribuíram significativamente para sua eventual vitória.