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1. Bipedalismo: Os australopitecos, incluindo exemplares famosos como "Lucy" (Australopithecus afarensis), exibiram claras adaptações para o bipedalismo, semelhantes aos humanos. Sua estrutura pélvica, ossos das pernas e anatomia dos pés sugerem postura ereta e caminhada eficiente sobre duas pernas, uma característica crucial que distingue os humanos dos macacos.
2. Dentes caninos menores: Em contraste com os macacos, os australopitecos tinham dentes caninos relativamente menores. O tamanho reduzido dos caninos está associado à mudança de uma dieta mais carnívora para uma dieta onívora mais variada, uma característica que os alinha aos padrões alimentares humanos.
3. Aumento do tamanho do cérebro: Em comparação com ancestrais semelhantes aos macacos, os australopitecos mostraram um aumento no tamanho médio do cérebro. Embora tivessem cérebros menores do que os humanos modernos, esse aumento gradual representou um passo importante em direção às habilidades cognitivas aprimoradas observadas em hominídeos posteriores.
4. Uso de Ferramentas e Manipulação de Objetos: Descobertas arqueológicas demonstram que os australopitecos usavam ferramentas simples de pedra e se dedicavam ao comportamento básico de fabricação de ferramentas. Este comportamento cultural os distingue dos macacos, destacando um passo significativo em direção ao avanço tecnológico humano.
5. Adaptações de polegar: Os australopitecos tinham polegares mais longos em comparação com os chimpanzés. Os humanos também possuem polegares alongados, facilitando uma pegada mais precisa, essencial para o uso de ferramentas e controle motor fino.
6. Características dentárias: As estruturas dentárias dos australopitecos apresentam características intermediárias entre os macacos e os humanos, sugerindo uma fase de transição na evolução dentária.
7. Dimorfismo Sexual: Os australopitecos exibiram dimorfismo sexual, com indivíduos machos significativamente maiores que as fêmeas, um padrão observado tanto em macacos quanto em humanos.
Estas linhas de evidência, abrangendo características anatómicas, comportamento e avanços culturais, apoiam colectivamente a noção de australopitecos como formas intermédias entre macacos e humanos, desempenhando um papel crucial na história evolutiva humana.