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Harlow usou macacos em vez de seres humanos em seus famosos estudos de apego por várias razões éticas e práticas:
Considerações éticas:
* Minimizando os danos: A realização de tais experimentos em bebês humanos teria sido eticamente inaceitável. A separação e manipulação de bebês de suas mães, especialmente de uma maneira que poderia causar sofrimento e dano emocional duradouro, seria considerado cruel e desumano.
* Consentimento informado: As crianças pequenas são incapazes de fornecer consentimento informado para a participação na pesquisa.
* Efeitos de longo prazo: O potencial impacto psicológico a longo prazo de tais experimentos em crianças humanas seria difícil de avaliar e potencialmente devastador.
Considerações práticas:
* Controle sobre o ambiente: Os macacos podem ser levantados em ambientes de laboratório controlados, permitindo que os pesquisadores manipulem variáveis como o tipo de mãe substituta, quantidade de contato e outros fatores ambientais. Esse nível de controle é muito mais difícil de alcançar com bebês humanos.
* semelhanças com os seres humanos: Os macacos, particularmente os macacos rhesus, compartilham uma quantidade significativa de semelhanças genéticas e fisiológicas com os seres humanos. Isso os torna modelos adequados para estudar o desenvolvimento social e o comportamento de apego.
* vida útil: Os macacos têm uma vida útil mais curta que os humanos, permitindo que os pesquisadores estudassem os efeitos das experiências iniciais no desenvolvimento mais rapidamente.
é importante observar: Enquanto a pesquisa de Harlow forneceu informações valiosas sobre a teoria do apego, o uso de animais na pesquisa levanta importantes considerações éticas. As implicações éticas da pesquisa em animais continuam sendo debatidas e é essencial priorizar o bem -estar dos animais envolvidos em qualquer estudo.