A fertilização interna é mais vantajosa que a externa porque?

Vantagens da fertilização interna:

1. Proteção de Gametas:
- A fertilização interna ocorre dentro do corpo da mulher, proporcionando proteção aos óvulos e espermatozoides contra fatores ambientais como dessecação, danos mecânicos e predação.

2. Produção reduzida de gametas:
- Com a fertilização interna, são necessários menos gametas em comparação com a fertilização externa. Os gametas masculinos (espermatozoides) podem ser entregues diretamente nos óvulos, aumentando as chances de fertilização e reduzindo o desperdício de gametas.

3. Redução da competição de esperma:
- Na fertilização interna, a fêmea tem mais controle sobre qual espermatozoide fertiliza os óvulos. Isto permite a seleção de espermatozoides com base na qualidade, reduzindo a competição espermática e aumentando a probabilidade de fertilização pelos espermatozoides mais viáveis.

4. Desenvolvimento de Estruturas Especializadas:
- A fertilização interna levou à evolução de estruturas especializadas em muitas espécies. Essas estruturas, como o órgão intromitente masculino (por exemplo, o pênis) e o trato reprodutivo feminino (por exemplo, a vagina e o útero), facilitam a transferência de espermatozoides e fornecem um ambiente adequado para a fertilização e o desenvolvimento.

5. Gestação e cuidados maternos:
- A fecundação interna permite a retenção dos óvulos fecundados dentro do corpo da fêmea, levando ao desenvolvimento dos períodos de gestação e aos cuidados maternos. Isto proporciona nutrição, proteção e um ambiente controlado para os embriões em desenvolvimento, aumentando suas chances de sobrevivência.

6. Diversidade genética e prevenção de endogamia:
- A fertilização interna permite o acasalamento controlado, reduzindo as chances de endogamia e aumentando a diversidade genética da população. Isto pode contribuir para a sobrevivência e adaptabilidade a longo prazo da espécie.

No geral, a fertilização interna oferece várias vantagens sobre a fertilização externa, incluindo proteção de gametas, redução da produção de gametas, diminuição da competição espermática, desenvolvimento de estruturas especializadas, gestação e cuidados maternos e gestão da diversidade genética.