caça excessiva e exploração excessiva:
- Muitos animais são caçados por sua carne, pêlo, pele ou outras partes do corpo, levando ao declínio da população.
- caça furtiva, caça ilegal e comércio não regulamentado podem dizimizar populações.
Perda e fragmentação de habitat:
- desmatamento, urbanização, expansão agrícola e outras mudanças no uso da terra destroem ou fragmentam habitats animais, reduzindo sua capacidade de sobreviver.
Poluição:
- A poluição por resíduos industriais, escoamento agrícola, plásticos e outros poluentes pode afetar a qualidade do ar, da água e do solo, prejudicar os habitats e as fontes de alimentos dos animais.
Mudança climática:
- Mudanças ambientais rápidas interrompem os ecossistemas, afetando os habitats dos animais, os padrões migratórios e a disponibilidade de alimentos.
espécies invasivas:
- Espécies não nativas introduzidas podem competir com espécies nativas por recursos, levando a declínios populacionais.
Transmissão de doença:
- Doenças do gado, animais de estimação e atividades humanas podem se espalhar para as populações da vida selvagem, causando surtos e declínios na população.
BYCACH:
- A pesca e outras atividades podem capturar e matar involuntariamente espécies não alvo, reduzindo suas populações.
conflito humano-wildlife:
- Os conflitos surgem quando os animais competem com os seres humanos por espaço e recursos, levando à perseguição e caça aos animais.
Diversidade genética limitada:
- Os pequenos tamanhos populacionais e a fragmentação do habitat reduzem a diversidade genética, aumentando a vulnerabilidade a doenças e desafios ambientais.
Abordar essas ameaças requer esforços de conservação, práticas sustentáveis, preservação do habitat e cooperação internacional para garantir a sobrevivência de espécies ameaçadas de extinção.