Uma maneira significativa de os seres humanos modificaram ou adaptados ao meio ambiente é através do processo de criação seletiva. A criação seletiva envolve a criação intencional de plantas e animais com características desejáveis específicas para produzir filhos com características aprimoradas ou desejadas. Essa prática tem sido usada na agricultura há milhares de anos para melhorar a qualidade, o rendimento e a resistência a doenças das culturas, bem como para desenvolver gado com características específicas para a produção de carne, leite ou lã.
A criação seletiva permite que os seres humanos se adaptem a diferentes condições ambientais, produzindo variedades de plantas e animais mais adequados para climas específicos, tipos de solo e outros fatores ambientais. Por exemplo, em regiões com disponibilidade limitada de água, os agricultores podem criar seletivamente culturas tolerantes à seca que exigem que menos água prospere. Em ambientes frios, a criação seletiva pode produzir gado com casacos mais espessos e melhor isolamento para suportar condições climáticas duras.
A criação seletiva também contribui para aumentar a produção de alimentos e a melhoria da nutrição. Ao selecionar plantas com rendimentos mais altos e melhor valor nutricional, os seres humanos aprimoraram o suprimento de alimentos e abordaram deficiências nutricionais em várias populações.
Além disso, a criação seletiva desempenhou um papel na domesticação dos animais, permitindo que os seres humanos se beneficiem dos serviços e companheirismo de espécies domesticadas.
Ao se envolver em criação seletiva, os seres humanos modificaram seus arredores e se adaptaram a diversas condições ambientais, moldando os ecossistemas ao seu redor e moldando a disponibilidade e a qualidade dos alimentos e outros recursos para seus próprios benefícios e sobrevivência.