Caça e superexploração:
- A principal razão para a extinção dos arau-gigantes foi a caça excessiva. Marinheiros, exploradores e comunidades costeiras perseguiram e mataram incansavelmente os auks pela sua carne, penas e ovos. Eram alvos fáceis devido ao seu grande tamanho e natureza dócil, tornando-os vulneráveis à caça excessiva.
- As penas dos arau-gigantes eram muito apreciadas como decoração de roupas e chapéus, o que gerou uma procura significativa pelas suas penas. Isto contribuiu ainda mais para a sua sobreexploração e eventual desaparecimento.
Perda de habitat:
- À medida que os assentamentos humanos se expandiram, os habitats naturais dos arau-gigantes enfrentaram degradação e perda significativas. O desenvolvimento costeiro, a desflorestação e as actividades humanas perturbaram os seus locais de nidificação e reprodução, limitando a sua capacidade de reprodução e sobrevivência.
- Os locais de nidificação preferidos do arau-real eram muitas vezes ilhas rochosas e costas remotas. No entanto, estes habitats não foram poupados à invasão humana, levando a uma maior perda de habitat para as espécies já ameaçadas.
Diversidade genética reduzida:
- Devido à caça excessiva e à perda de habitat, a população do arau-real diminuiu rapidamente. Isto resultou numa diversidade genética reduzida na população restante, tornando-a mais vulnerável a doenças e outros desafios ambientais.
- A redução da variação genética afectou a sua resiliência global e a sua capacidade de adaptação às condições em mudança, contribuindo em última análise para a sua extinção.