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Os gatos foram considerados sagrados no Egito antigo por várias razões, tanto práticas quanto simbólicas:
Razões práticas:
* Controle de pragas: Os gatos foram altamente eficazes no controle de populações de roedores, que ameaçavam as lojas de grãos do Egito e podiam espalhar doenças.
* Proteção de culturas: Eles ajudaram a proteger os campos agrícolas dos vermes, garantindo um suprimento estável de alimentos para a população.
Razões simbólicas:
* Associação com a deusa Bastet: Bastet, uma deusa poderosa frequentemente retratada com a cabeça de um gato, estava associada à maternidade, proteção, fertilidade e alegria. Os gatos foram vistos como sua manifestação terrena, incorporando essas qualidades.
* Habilidades místicas: Acredita -se que os gatos possuíssem habilidades sobrenaturais, como ver no escuro e se comunicar com o mundo espiritual. Sua natureza misteriosa contribuiu para seu status sagrado.
* Representação do deus do sol: O deus do sol, Ra, às vezes era retratado com a cabeça de um gato, simbolizando sua capacidade de derrotar forças do mal e trazer luz e calor.
* conexão com a vida após a morte: Acredita -se que os gatos acompanhassem seus proprietários na vida após a morte, oferecendo proteção e orientação no domínio espiritual.
Significado cultural:
* mumificação: Os gatos eram frequentemente mumificados e enterrados com seus donos, refletindo sua importância na vida e na morte.
* divindades e templos: Numerosos templos e estátuas foram dedicados a Bastet, enfatizando a profunda reverência dos gatos.
* animais sagrados: Os gatos foram considerados sagrados e protegidos por lei. Matar um gato foi um crime grave, punível com a morte.
Além de razões práticas e simbólicas, a reverência por gatos provavelmente surgiu de uma profunda compreensão e apreciação de suas qualidades únicas. Sua independência, graça e capacidade de navegar pelo mundo com furtividade e agilidade foram admiradas e comemoradas.
É importante observar que os antigos egípcios não consideraram todos os gatos sagrados. Algumas raças e cores eram mais reverenciadas do que outras, e os gatos domésticos eram mais valorizados do que os gatos selvagens.