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Aqui estão três tipos de evidências sugerindo que todos os primatas compartilham um ancestral comum:
1. semelhanças anatômicas: Os primatas compartilham uma série de características anatômicas distintas que os diferenciam de outros mamíferos. Estes incluem:
* mãos de cinco dedos e pés de cinco dedos: Isso permite agarrar e destreza, crucial para a vida arbórea.
* polegares opositáveis: Isso permite manipulação precisa de objetos.
* Grande tamanho do cérebro relativo: Os primatas têm cérebros maiores em comparação com o tamanho do corpo do que a maioria dos outros mamíferos, apoiando seus comportamentos complexos.
* olhos voltados para a frente: Isso fornece visão binocular, crucial para a percepção de profundidade, essencial para a navegação em ambientes complexos.
* Sentido reduzido do olfato: Os primatas confiam mais nos sentidos visuais do que no cheiro, apoiando ainda mais a idéia de que seu ancestral era arbóreo.
Essas características anatômicas compartilhadas sugerem um ancestral comum que possuía essas características, que foram transmitidas a seus descendentes.
2. Evidência molecular: Estudos genéticos revelaram semelhanças impressionantes nas seqüências de DNA de todos os primatas. Essa evidência molecular apóia a idéia de um ancestral comum.
* sequências de DNA compartilhadas: Quanto mais próxima a similaridade genética, mais recente o ancestral comum. A análise de DNA demonstra que os primatas estão mais intimamente relacionados um do outro do que qualquer outro grupo de mamíferos.
* árvores filogenéticas: Ao comparar as seqüências genéticas de vários primatas, os cientistas podem construir árvores evolutivas (filogenias) que ilustram as relações entre espécies diferentes e sua história evolutiva compartilhada.
3. Evidência fóssil: Os fósseis fornecem um registro direto de formas de vida passadas e revelaram uma série de formas de primatas ancestrais.
* Formas intermediárias: Os fósseis foram descobertos que exibem uma mistura de características observadas nos primatas primitivos e posteriormente, formas mais avançadas. Esses fósseis de transição fornecem fortes evidências para a ligação evolutiva entre diferentes grupos de primatas.
* Fósseis de namoro: Os fósseis podem ser datados usando técnicas como datação radiométrica. Esses métodos de namoro permitem que os cientistas estabeleçam uma linha do tempo da evolução dos primatas, mostrando como diferentes grupos surgiram ao longo do tempo.
Essas três linhas de evidência apóiam fortemente a hipótese de que todos os primatas compartilham um ancestral comum. As semelhanças anatômicas, evidências moleculares e registros fósseis apontam para uma origem comum e a subsequente diversificação desse grupo diversificado de mamíferos.