A fertilização interna é vantajosa para espécies que vivem na terra porque:
- protege os gametas: A fertilização interna garante a proteção dos gametas do ambiente externo. Os ambientes terrestres podem ser severos e cheios de ameaças em potencial, como dessecação, flutuações de temperatura e predadores, que podem danificar ou destruir os gametas. Ao manter os gametas dentro do corpo, os organismos podem impedir a exposição a esses riscos, ajudando a garantir a fertilização bem -sucedida.
- evita a dessecação: Para muitos organismos de terra, a disponibilidade de água pode ser um desafio significativo, especialmente em ambientes áridos ou semi-áridos. A fertilização interna permite que os organismos economizem água, pois não requer água externa para os gametas se encontrarem e se fundem. Essa conservação de água é crucial para espécies que vivem em habitats, onde a escassez de água é um fator significativo.
- Aumenta a eficiência da fertilização: A fertilização interna permite estreita proximidade e contato direto entre os gametas, aumentando as chances de fertilização bem -sucedida. O ambiente interno fornece uma configuração mais controlada e adequada para a fertilização, livre de distúrbios externos ou interferência. Esse aumento da eficiência é benéfico para garantir a continuação das espécies em condições terrestres desafiadoras.
- suporta desenvolvimento de embriões: Após a fertilização, o embrião em desenvolvimento pode receber nutrição e proteção dentro do corpo da fêmea. Os ambientes terrestres podem ser imprevisíveis e expor embriões a vários estressores, como temperaturas extremas, umidade flutuante e predação. A fertilização interna fornece um ambiente estável e nutritivo para o desenvolvimento do embrião, aumentando as chances de sobrevivência.
Como resultado, a fertilização interna evoluiu como uma adaptação significativa para numerosas espécies que habitam a terra, ajudando-as a superar os desafios da vida terrestre e garantir seu sucesso reprodutivo.