Existem alguns motivos pelos quais uma planta ou animal pode ser removido da lista de organismos extintos:
* Redescoberta: Uma espécie que antes se pensava estar extinta pode ser redescoberta num local remoto ou numa região onde anteriormente não se sabia da sua existência. Por exemplo, o celacanto, um peixe que se pensava ter sido extinto há 66 milhões de anos, foi encontrado vivo nas Ilhas Comores em 1938.
* Erro de identificação: Uma espécie pode ter sido identificada incorretamente como extinta com base em informações incompletas ou imprecisas. Por exemplo, pensava-se que o pica-pau-bico-de-marfim estava extinto até 2005, quando foi encontrado no Arkansas.
* População cativa: Uma espécie pode ter sido extinta na natureza, mas continua a existir em cativeiro. Por exemplo, o cervo do Père David está extinto na natureza, mas existem populações cativas em zoológicos e centros de conservação.
* Reintrodução: Uma espécie que já foi extinta na natureza pode ser reintroduzida em sua área de distribuição anterior por meio de esforços de conservação. Por exemplo, o Condor da Califórnia já foi extinto na natureza, mas agora existem várias populações reintroduzidas nos Estados Unidos.
É importante notar que retirar uma espécie da lista de organismos extintos é um processo complexo e rigoroso que requer avaliação e verificação científica cuidadosa.