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Extinção:
A consequência final de um declínio contínuo da população é a extinção da espécie. A extinção ocorre quando o número de indivíduos em uma população se torna tão pequeno que a espécie não consegue mais se reproduzir ou sobreviver em seu ambiente.
Perda de diversidade genética:
À medida que o tamanho da população de uma espécie ameaçada diminui, também diminui a sua diversidade genética. A diversidade genética é essencial para a capacidade de uma espécie se adaptar às mudanças ambientais e às doenças. A falta de diversidade genética pode aumentar o risco de extinção.
Desequilíbrio ecológico:
O desaparecimento de uma espécie pode ter efeitos significativos no ecossistema que ela habita. Cada espécie desempenha um papel específico na cadeia alimentar e a perda de uma espécie pode perturbar todo o ecossistema. Isto pode ter efeitos em cascata sobre outras espécies e até levar à extinção de outras espécies que dependiam das espécies ameaçadas.
Propagação de doenças:
O pequeno tamanho da população pode tornar uma espécie mais vulnerável a doenças infecciosas. As doenças infecciosas podem espalhar-se rapidamente através de uma população pequena e, com diversidade genética limitada, as espécies podem não ter as defesas imunitárias necessárias para combater estas doenças.
Perda e fragmentação de habitat:
A perda e a fragmentação de habitat acompanham frequentemente o declínio populacional. À medida que a população de uma espécie diminui, o tamanho da sua distribuição também pode diminuir. Isto pode levar à perda e fragmentação do habitat da espécie, o que agrava ainda mais o declínio populacional e aumenta o risco de extinção.