Os nódulos minerais no fundo do oceano são considerados recursos não-vivos. Esses nódulos, que são compostos principalmente de manganês, ferro, cobre e níquel, formam milhões de anos através de um processo que envolve a precipitação de minerais em torno de um núcleo. Embora possam conter vestígios de matéria orgânica ou estar associados a comunidades microbianas, os próprios nódulos minerais são classificados como recursos não vivos, pois são de origem não biológica.